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Mineira,professora graduada em Normal Superior e Letras,posgraduada em psicopedagogia e supervisão escolar. Atualmente estou atuando como supervisora pedagógica , do maternal 3 ao 5º ano. Sejam bem vindos(as)!!!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Livro Gigante "A Abelha Chocolateira"

Projeto: O Maravilhoso Mundo das Abelhas!

                                                                                    Confeccionado junto a turma do 2º ano.






Texto:


A ABELHA CHOCOLATEIRA



Era uma vez uma abelha que não sabia fazer mel.
- Mas você é uma operária! – Gritava a rainha — Tem que aprender.
Na colmeia havia umas 50 mil abelhas e Anita era a única com esse problema. Ela se esforçava muito, muito mesmo. Mas nada de mel...
Todos os dias, bem cedinho, saía atrás das flores de laranjeira, limoeiros, mangueiras, que ficavam nas árvores espalhadas pelo pomar. Com sua língua comprida, ela lambia as flores e levava seu néctar na boca. O corpinho miúdo ficava cheio de pólen, que ela carregava e largava, de flor em flor, de árvore em árvore.
Anita fazia tudo direitinho. Chegava à colmeia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.
- Que mel mais espesso e marrom... – gritaram suas colegas operárias.
- Iac, que nojo! – Esbravejaram os zangados zangões.
Todo mundo sabe que os zangões se zangam à toa, mas aquela história estava ficando feia demais. Em vez de mel, Anita estava produzindo algo doce, mas muito estranho.
- Ela deve ser expulsa da colmeia! – Gritavam os zangões.
- É horrorosa, um desgosto para a raça! – Diziam outros ainda.
Todas as abelhas começaram a zumbir e a zombar da pobre Anita. A única que ficou ao lado dela foi Beatriz, uma abelha mais velha e sábia.
Um belo dia, um menino viu aquele mel escuro e grosso sobre as plantas próximas da colmeia, que Anita tinha rejeitado de vergonha. Passou o dedo, experimentou e, surpreso, disse:
- Que delícia. Esse é o mais saboroso chocolate que eu já provei na vida!
- Chocolate? Alguém disse chocolate? – Indagou a rainha, que sabia que o chocolate é um gostoso alimento que vem de uma fruta, o cacau, e não de uma abelha.
Era mesmo um tipo de chocolate diferente, original, animal, feito pela abelha Anita, ora essa, por que não...
Nesse momento, Anita, que ouvia tudo, esboçou um tímido sorriso. Beatriz, que também estava ali, deu-lhe uma piscadela, indicando que tinha tido uma ideia brilhante.
No dia seguinte, lá se foram Anita e Beatriz iniciar uma parceria incrível: fundaram uma fábrica de pão de mel, juntando o talento das duas para produzir uma deliciosa combinação de mel com chocolate.
Moral da história: as diferenças e riquezas pessoais, que existem em cada um de nós, são singulares e devem ser respeitadas.
CANTON, Kátia. Leitura fábula. Nova Escola. São Paulo: Abril, jan./fev. 2006, p. 58-59.

Trabalho de reciclagem/ objetos, brinquedos e jogos

Brinquedos e jogos feito com material reciclável










 

 
 Robô feito com caixinhas
 

 Carrinho feito com caixinhas

 
 Barco de papelão







 Centopéia de embalagem de ovos

 Viseira/Brasil

 Jogo da turma do Chaves feito com pente de ovos

 Castelo de papelão


Caminhão de papelão


 Armadura,capacete, espada e escudo de papelão

 Jogo da velha feito de papelão e Eva
 Jogo de dama feito com a embalagem de Pizza

 Raquete para pingue pongue feito com papelão e revestido com papel camurça a bolinha é de antitranspirante rollon

Fantoches feitos com caixinhas de leite

Fantoches boi bumbá , Saci Pererê e Curupira (feitos com caixinha de leite)

Fantoche do Curupira


 
 
                                                   Fantoche do Saci
                                                         
                                                  Fantoche do  boi bumbá

 
Fantoche do jacaré

                                           Fantoche do sapinho


Texto A Abelha Chocolateira

A ABELHA CHOCOLATEIRA



Era uma vez uma abelha que não sabia fazer mel.
- Mas você é uma operária! – Gritava a rainha — Tem que aprender.
Na colmeia havia umas 50 mil abelhas e Anita era a única com esse problema. Ela se esforçava muito, muito mesmo. Mas nada de mel...
Todos os dias, bem cedinho, saía atrás das flores de laranjeira, limoeiros, mangueiras, que ficavam nas árvores espalhadas pelo pomar. Com sua língua comprida, ela lambia as flores e levava seu néctar na boca. O corpinho miúdo ficava cheio de pólen, que ela carregava e largava, de flor em flor, de árvore em árvore.
Anita fazia tudo direitinho. Chegava à colmeia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.
- Que mel mais espesso e marrom... – gritaram suas colegas operárias.
- Iac, que nojo! – Esbravejaram os zangados zangões.
Todo mundo sabe que os zangões se zangam à toa, mas aquela história estava ficando feia demais. Em vez de mel, Anita estava produzindo algo doce, mas muito estranho.
- Ela deve ser expulsa da colmeia! – Gritavam os zangões.
- É horrorosa, um desgosto para a raça! – Diziam outros ainda.
Todas as abelhas começaram a zumbir e a zombar da pobre Anita. A única que ficou ao lado dela foi Beatriz, uma abelha mais velha e sábia.
Um belo dia, um menino viu aquele mel escuro e grosso sobre as plantas próximas da colmeia, que Anita tinha rejeitado de vergonha. Passou o dedo, experimentou e, surpreso, disse:
- Que delícia. Esse é o mais saboroso chocolate que eu já provei na vida!
- Chocolate? Alguém disse chocolate? – Indagou a rainha, que sabia que o chocolate é um gostoso alimento que vem de uma fruta, o cacau, e não de uma abelha.
Era mesmo um tipo de chocolate diferente, original, animal, feito pela abelha Anita, ora essa, por que não...
Nesse momento, Anita, que ouvia tudo, esboçou um tímido sorriso. Beatriz, que também estava ali, deu-lhe uma piscadela, indicando que tinha tido uma ideia brilhante.
No dia seguinte, lá se foram Anita e Beatriz iniciar uma parceria incrível: fundaram uma fábrica de pão de mel, juntando o talento das duas para produzir uma deliciosa combinação de mel com chocolate.
Moral da história: as diferenças e riquezas pessoais, que existem em cada um de nós, são singulares e devem ser respeitadas.
CANTON, Kátia. Leitura fábula. Nova Escola. São Paulo: Abril, jan./fev. 2006, p. 58-59.



sábado, 18 de julho de 2015

Fantoche sapo feito com caixinhas de leite e eva

                                                                                    Arte de Simone Ferreira